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Meio Ambiente

Represa Billings terá 100% do esgoto tratado até 2015

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A partir de 2015, todos os dejetos que atualmente são despejados in natura na represa Billings, em São Bernardo, serão coletados e encaminhados para a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) ABC. Este será o resultado das ações desenvolvidas por meio do Programa Integrado de Melhoria Ambiental na Área de Manancial, o Pró-Billings.

No início de agosto o senado aprovou um empréstimo de 6,2 bilhões yenes (o equivalente a R$ 126 milhões) da JICA (Agência Internacional de Cooperação do Japão). O contrato da parceria será assinado no próximo dia 30, em Tókio, e significará um investimento total de R$ 246 milhões.

A informação foi passada nesta semana pela coordenadora do Pró-Billings, Nercy Bonato. Segundo ela, as obras terão início em janeiro de 2011. "Este é um programa bem extenso. Ele tem duração de seis anos, mas as obras em si devem durar cerca de três anos. No tempo restante iremos fazer o monitoramento da qualidade e da melhoria ambiental da represa. Os benefícios diretos já vão aparecer em 2015", explica.

O programa prevê a construção de coletores e estações elevatórias e beneficiará diretamente 250 mil pessoas, além de todas aquelas que são abastecidas com as águas do reservatório - aproximadamente 5 milhões de habitantes. "O programa de saneamento ambiental vai promover, entre as diversas ações, a preservação da Billings. Teremos 100 km de rede coletora, 30 km de coletor tronco e 72 estações elevatórias, que irão mandar o esgoto jogado aqui para tratamento", completa.

O objetivo é encaminhar, até 2015, todo o esgoto despejado na bacia da represa e no Ribeirão dos Couros até a ETE ABC. Atualmente São Bernardo, que é atendida pela Sabesp (Companhia de Saneamento Ambiental de São Paulo), coleta 80% de todo o desejo produzido pelo município, mas apenas 27% é encaminhado para tratamento. A meta da Secretaria do Estado de Saneamento e Energia é que todas as cidades com serviços sob responsabilidade da Companhia tenham 100% de esgoto coletado e tratado.

A Billings também será favorecida pelo programa Vida Nova - Recuperação de Mananciais. O projeto tem investimento de R$ 1 bilhão e 300 milhões e irá beneficiar os principais mananciais da Grande São Paulo. As ações se concentrarão no aumento da coleta de esgoto, urbanização de favelas e remoção de moradias em áreas de preservação permanente.

 

Inscrições para Prêmio Agroambiental Monsanto entram na reta final

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Premiação está em sua segunda edição e busca propostas agrícolas inovadoras, sustentáveis e inéditas no Brasil. São Paulo, Minas Gerais e Paraná são os Estados com maior número de projetos inscritos até o momento.

Pesquisadores e estudantes interessados em participar da segunda edição do Prêmio Agroambiental Monsanto  têm até 16 de agosto para fazer sua inscrição. O objetivo da iniciativa é valorizar trabalhos que contribuam para o desenvolvimento sustentável da agricultura, que terá de fornecer alimentos, fibras e energia para uma população de 9 bilhões de habitantes em 2050.

A um mês da data final para a entrega dos projetos, na categoria estudante, São Paulo é o estado com mais inscritos, seguido de Minas Gerais e Goiás. Os alunos de Tecnologia em Gestão Ambiental e de Engenharia Ambiental são os que apresentaram o maior número de trabalhos. Entre os pesquisadores, a grande participação é de engenheiros agrônomos de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Marcelo Menossi, professor da Unicamp e coordenador técnico do prêmio, está animado com a possibilidade de analisar e discutir soluções sustentáveis para a produção agrícola no país. “O Brasil está cheio de excelentes ideias, e o objetivo do Prêmio Agroambiental Monsanto é justamente conhecer e reconhecer essas soluções criativas. É uma oportunidade de divulgar para a sociedade trabalhos diferenciados, desenvolvidos por estudantes e pesquisadores brasileiros.”

A iniciativa vai reconhecer trabalhos nas áreas de Agronomia e Ecologia, Biologia e Gestão Ambiental, Direito e Inovação de pesquisadores e de estudantes de cursos técnicos, de graduação e de pós-graduação (lato e stricto sensu). Para concorrer ao Prêmio Agroambiental, é necessário ter projetos inéditos no Brasil e sem aplicação comercial até o momento. Podem ser dissertações, trabalhos de conclusão de curso, teses ou projetos de pesquisas, monografias, artigos e ensaios sobre os avanços da agricultura e da tecnologia, tendo como principal requisito o desafio de apresentar práticas inovadoras e levar as informações de maneira clara para a sociedade. Para obter mais informações e se inscreverem, os interessados devem acessar o site www.premiomonsanto.com.br.

Premiação

A partir desta edição, os vencedores do Prêmio Agroambiental Monsanto recebem o Troféu Professor Ernesto Paterniani (1928 – 2009), uma homenagem ao acadêmico, engenheiro agrônomo e pesquisador que prestou relevante contribuição nos campos da ciência e tecnologia com pesquisas dirigidas à identificação e à avaliação de variedades de milho e métodos de melhoramento de populações da cultura.

Além do troféu, os contemplados receberão os seguintes prêmios:

Categoria Pesquisador: o primeiro lugar ganha uma viagem para participar de um evento internacional relacionado aos temas do concurso, à sua escolha, a ser realizado em 2011, no valor máximo de R$ 12 mil e um notebook de 15’’. Os segundo e terceiro colocados ganham um notebook de 15’’.

Categoria Estudante: o primeiro lugar ganha uma viagem para participar de um evento nacional relacionado aos temas do concurso, à sua escolha, a ser realizado em 2011, no valor máximo de R$ 6 mil e um notebook de 15’’. Os segundo e terceiro colocados ganham um notebook de 15’’.

Os orientadores dos projetos vencedores também serão premiados.

Bons resultados

Neste ano, o Prêmio Agroambiental Monsanto conta com o apoio institucional da Sociedade Rural Brasileira (SBR) e da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Para a vencedora da edição anterior na categoria “pesquisador”, Regiane Cristina Oliveira de Freitas, o reconhecimento foi fundamental para difundir sua pesquisa sobre bases biológicas para utilização de Trichogramma pretiosum para controle de lagartas em soja. “Fiz uma especialização nos Estados Unidos e conheci o que há de mais avançado na minha área. Além disso, ao final do curso, fui homenageada por conta do prêmio”, relata.

RESUMO DO REGULAMENTO

CALENDÁRIO

Inscrições dos projetos: até 16 de agosto de 2010

Entrega dos projetos: até 17 de setembro de 2010

Divulgação dos finalistas: segunda quinzena de outubro de 2010

Evento de premiação: novembro de 2010

ÁREA DE APLICAÇÃO E TEMA

Os projetos participantes deverão ser inéditos no Brasil e estar inseridos na área agroambiental, abrangendo um ou mais dos seguintes temas:

Agronomia e Ecologia: soluções inovadoras para as questões agrícolas no Brasil, com o objetivo de resultar em maior produtividade, menor uso de insumos, maiores ganhos para o agricultor e alimentos mais saudáveis, entre outras;

Biologia e Gestão Ambiental: contribuições para monitorar e aprimorar a integração do meio ambiente com os sistemas produtivos, com vistas a um melhor e mais correto desempenho ambiental que garanta as necessidades das gerações futuras;

Direito: desafios e soluções rumo a um sistema jurídico mais ágil, alinhado com o conhecimento científico e que garanta os direitos da sociedade;

Inovação: projeto inovador, nada ainda imaginado, que englobe ou não os temas anteriores e que pode ter impacto positivo para a sustentabilidade baseada na biotecnologia.

QUEM PODE PARTICIPAR

Pesquisador: aberta à participação de pesquisadores brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil há mais de 5 anos, com o auxílio (opcional) de um professor orientador pertencente à mesma instituição de ensino, dentro dos seguintes perfis: estudantes nos níveis mestrado, doutorado ou pós-doutorado matriculados no ano de 2010 em instituições brasileiras; pesquisadores já formados nos níveis mestrado, doutorado ou pós-doutorado, com tese concluída a partir de 2007 em instituições brasileiras.

Estudante: aberta à participação de estudantes dos cursos brasileiros dos níveis técnico, superior em tecnologia, graduação ou pós-graduação (lato sensu), devidamente matriculados no ano letivo de 2010, com o auxílio (opcional) de um professor orientador pertencente à mesma instituição de ensino.

INFORMAÇÕES

www.premiomonsanto.com.br

www.twitter.com/premiomonsanto

www.youtube.com/monsantobrasil

Informações para imprensa

CDI Comunicação Corporativa

Cláudia Santos – (11) 3817-7925 – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Everton Vasconcelos – (11) 3817-7947 – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Ana Beatriz Paschoal – (11) 3817-7914 – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

ESTAMOS EM FESTA!

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                                                                 Você sabia que nos mês de março comemoramos duas datas importantes? Pois é, dia 22 é o Dia Mundial da Água e dia 27 é o Aniversário de 85 anos da Represa Billings!

Essas duas datas merecem nossa atenção. Que tal pararmos para refletir o que temos feito para que tão valiosos bens continuem a garantir o nosso futuro?

Já sabemos que daqui a não muito tempo, a água do planeta corre o risco de se esgotar e, consequentemente, será o fim da represa.

 Embora grandes investimentos para despoluição da Billings estejam sendo realizados pelo poder público, a OMS (Organização Mundial de Saúde) diz que, mesmo num país com abundância de água como o Brasil, o quadro é “preocupante”, pois o brasileiro desperdiça muito e gasta cerca de cinco vezes mais água do que o necessário.         

Cada pessoa consume em média 200 litros de água por dia quando o recomendado pela OMS é 40 litros por dia.

Por esse motivo, é necessário que cada um faça a sua parte. Atitudes simples irão garantir o futuro do nosso planeta.

Confira algumas dicas:

- Ao escovar os dentes, abra a torneira somente na hora de enxaguar a boca;

- Ao lavar a louça não deixe a torneira fechada enquanto ensaboa;

- Ao lavar o carro, use um balde no lugar da mangueira;

- Opte por varrer a calçada em vez de lavar;

- Economize no banho, 6 minutos são o suficiente;

- Quando fizer um passeio à represa leve uma sacolinha plástica para colocar o lixo descartado;

- Não jogue o óleo de cozinha usado pelo ralo de sua pia, ele é o grande vilão que polui nossa represa.

E não se esqueça, nossa escola (EMEB Helena Zanfelici da Silva, localizada no Bairro dos Finco) é ponto de coleta seletiva de lixo, óleo de cozinha usado, pilhas e baterias.

Contando com sua colaboração, nós agradecemos e o planeta também!

 

 

                                                                                                                                     Professoras:

 

                                                                                                                                             Lucimara

                                                                                                                                                  Elizete

                                                                                                                                                    Regiane

 

Salve a Rota do Peixe

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Mais uma vez você pode ser prejudicado!

A ROTA DO PEIXE PODE DEIXAR DE EXISTIR MUITO EM BREVE!

Estamos falando de um delicioso caminho gastronômico que inicia na Anchieta e vai até a entrada do Parque Caminho do Mar. E um passeio completo para as famílias, onde principalmente aos finais de semana milhares de pessoas fazem caminhadas e praticam ciclismo.

Os restaurantes instalados na região fazem parte desse cenário há muitas décadas, além de ser uma excelente opção para turistas degustarem peixes de todos os tipos.

 Esses estabelecimentos ajudam também a preservar e principalmente inibir que o local possa ser invadido e ocupado, como aconteceu em regiões bem próximas.  

Os restaurantes mais tradicionais como o Tropicalismo Bar, mesmo instalado as margens da represa, possui todas as condições de higiene e obedecem rigorosamente as normas da Vigilância Sanitária.

Nenhum lixo é descartado na represa. Todos os detritos gerados pela atividade de casa são armazenados em tanques e depois retirados por empresas especializadas na remoção.

Toda a vegetação que cobre a região também é preservada o que dá uma grande sensação de bem estar para todos que visitam a casa.

Porém a EMAE – Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A, responsável pela área, vem movendo uma ação judicial para que as áreas ocupadas pelos restaurantes sejam desocupadas.

Alguns restaurantes já foram despejados e nos locais é possível encontrar muito lixo, entulho e o que é mais preocupante, por estarem vazios, tornaram-se motéis a céu aberto, propícios inclusive para outras atividades ilícitas.

Para saber mais, acesse o site abaixo e assista a matéria completa.

Deixe o seu comentário, ele pode salvar a Rota do Peixe.

www.querosavararotadopeixe.com.br

Gestão Ambiental investe na formação de agentes para a preservação ambiental

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A Secretaria de Gestão Ambiental da Prefeitura de São Bernardo do Campo está desenvolvendo ações para conscientização da população sobre a importância da preservação das riquezas ambientais e inibir o comércio ilegal de animais silvestres. Uma delas é o curso gratuito de Formação de Agente Socioambiental Voluntário, que já formou 60 agentes e está recebendo inscrições para sua terceira turma. No total serão disponibilizadas 30 vagas e os interessados poderão se inscrever até o dia 12/2.

Atualmente, os agentes socioambientais voluntários atuam na região do Riacho Grande como multiplicadores na prevenção ambiental, orientando e conscientizando a comunidade para a conservação ambiental. A ideia é preparar esses agentes também para identificar e denunciar crimes ambientais.

Com duração de 30 horas, o curso é destinado aos moradores, comerciantes, membros de ONGs e escolas, e é formado por palestras informativas, dinâmicas, estudo de casos e atividade de campo. Entre os assuntos abordados estão educação ambiental, ecologia, bioma mata atlântica, ecoturismo, código florestal, lei de proteção à fauna, posse responsável de animais, resíduos sólidos, poluição das águas, atuação da guarda civil municipal ambiental, impactos ambientais e projetos sócio-ambientais.

No curso também são desenvolvidas atividades práticas e, ao final, os participantes recebem certificado. Os interessados devem ter no mínimo 18 anos e possuir ensino fundamental completo. Para se inscrever é necessário comparecer à Subprefeitura do Rudge Ramos para preencher a ficha de inscrição. O endereço é Rua Jacquey, 61, 1º andar, Rudge Ramos. Informações pelo telefone 4367-6404.

Animais Silvestres – Além do curso de formação de agentes, a Secretaria de Gestão Ambiental e a Guarda Civil Municipal Ambiental têm desenvolvido ações conjuntas para inibir o comércio ilegal de animais silvestres e para a conscientização da população quanto à prática ilegal de manter animais em cativeiro, prevista pela legislação federal.

Devido à crescente demanda de animais apreendidos, entregues voluntariamente ou mesmo encontrados nas estradas devido à perda de seus habitats, a Prefeitura de São Bernardo tem buscado identificar criadouros conservacionistas autorizados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) para o transporte de animais como aves, tartarugas, mamíferos e outros.

De acordo com o biólogo da secretaria de Gestão Ambiental, Edivaldo Elias Rotondaro, nesses casos é necessário o encaminhamento desses animais para um abrigo onde possam permanecer de forma saudável ou até que seja possível sua reintrodução no habitat de origem.

Um exemplo dessa ação foi a entrega voluntária por uma munícipe, no dia 9 de janeiro, de um filhote de papagaio encontrado no telhado de sua casa. Imediatamente a Secretaria de Gestão Ambiental acionou a Associação Bicho da Mata, situada em Itanhaém, para o transporte dessa ave que permanecerá em observação por biólogos e veterinários até que suas condições sejam avaliadas e, quando possível, reintroduzida em seu habitat.