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Juno Rodrigues Silva

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Metalúgico e garçom nas horas vagas, sempre acreditou no seu sonho. Num dia, com o apoio da família e a venda da casa onde moravam. Adquiriu o que antes era simplesmente um bar, poucas mesas de madeira. Um pequeno salão e a grande fé de que seu próprio negocio trataria seu resultados positivos

De inicio difícil, com a venda de frangos assados, o negocio foi crescendo, Certa vez, num açougue, pediu um bom pedaço de e com uma chapa de churrasqueira caseira e uma caixa de tomates e desmontada, desenvolveu sua própria forma de preparar e servir a carne. Muitos erros e muitos mais certos. Daí então, o prato passou a ser o carro chefe do restaurante.

“meus clientes são mais que amigos, fazem parte da minha família. Tudo que fazemos aqui é com amor e carinho. E eles fizeram o Gijo’s

Juno Rodrigues Silva, o Gijo.      

Comerciante de Mês

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Gladson Lobão, casado com Priscila Andrade sua companheira, amiga e apoiadora desta união temos a satisfação da presença de uma criança feliz e carismática Igor Andrade de sete anos.

Esta família chegou ao distrito do Riacho Grande há mais ou menos um ano e meio depois de sair de sua cidade natal Brasília, através de muito incentivo da família de Priscila, que reside no riacho há muitos anos  percebendo a grande oportunidade de se estabelecer como comerciante no riacho grande, fazendo parte desta grande família de comerciante do riacho, foi quando Priscila que desenvolvia seu trabalho de massagem terapia e mais o estúdio de beleza em Brasília, ao lado de seu marido que já desenvolvia seu trabalho no ramo de mecânica de auto desde seus primeiros anos de idade, oficio que aprendeu ao lado de seu pai, com isso resultando na abertura de sua própria oficina no centro do Riacho em frente do pronto socorro do riacho, com o passar do tempo a oficina ficou pequena para o projeto de Gledson e família poderia desenvolver bem mais no auto-atendimento.

Hoje estabelecido com sua oficina na rua Sexto Guazelli no centro do riacho grande vem desempenhando um trabalho personalizado preocupado sempre com o bem estar de satisfação do cliente e tornando de seu mas novo cliente um amigo.

Jaira Gomes da Silva

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Jaira Gomes da Silva nossa querida JAJA conhecida pela legião de amigos que conquistou no período dos seus 27 aninhos, menina carismática, mas de personalidade forte que não sabe ficar quieta sempre procurando novos desafios, não bastando cuidar dos negócios da família desde cedo, onde aprendeu a administrar a firma de decoração “Nativas Decorativas” que tem como finalidade cuidar de jardinagem interior e exterior, situada na rua Rio Acima,2.153 no bairro dos Fincos no distrito do Riacho Grande, ha mas de quarenta anos no mercado, nunca esquecendo da questão de servir os amigos,nas suas horas de folgas.

Trabalhou por um tempo como bombeiro civil e atualmente estar se formando em educação física pela faculdade Uniban e consegue arrumar tempo para participar de um grupo de arte cênica em Santo André e sempre de prontidão em ajudar os amigos no atendimento dos barzinhos dos amigos, foi onde surgiu o interesse e através do incentivo da mãe que percebeu do bom jeito que a filha levava no bom atendimento, decidiu abrir seu próprio negocio “O Botequim da JAJA”, situado na Rua Amazonas, 476 no centro do Riacho Grande. Que vem nesses quatro meses mostrando que veio para se tornar um dos Point do Riacho onde os freqüentadores podem curtir de um agradável local familiar e tranqüilo já que fica de frente a base da policia ambiental deixando, mas ainda tranqüilo os freqüentadores, não se esquecendo de contemplar a belíssima vista da nossa represa podendo saborear um excelente cardápio de peixes e bebidas.

 

Admir Ferro

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Admir Donizeti Ferro, 52 anos, nascido em São Bernardo do Campo, é formado em Administração de Empresas, nível técnico, e em Direito pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo.

Foi funcionário da Volkswagen do Brasil por 13 anos; advogado da Federação das Sociedades Amigos de Bairro de São Bernardo e idealizador do Seminário da Constituinte do Grande ABC, que resultou na formação do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC.

Iniciou sua vida política em 1974 no partido MDB, onde foi presidente da Juventude. Foi eleito vereador pela primeira vez em 1988. Nos dois anos seguintes, destacou-se como presidente da Constituinte Municipal, que gerou a Lei Orgânica, hoje em vigor. Das 617 emendas apresentadas, Admir Ferro foi responsável por 201, ou seja, um terço de todo o trabalho desenvolvido. Neste período direcionou suas preocupações para idosos, deficientes físicos, gestantes e outros segmentos da sociedade, atuando para que não fossem esquecidos na elaboração da Lei.

Em 1992 foi reeleito vereador na Câmara Municipal sendo o primeiro vereador eleito pelo PSDB.Nas eleições municipais de 1996 foi eleito para o terceiro mandato de vereador à Câmara Municipal de São Bernardo, sendo convidado pelo então prefeito Maurício Soares a assumir a Secretaria de Educação e Cultura da cidade.

Em janeiro de 1997 assumiu a Secretaria de Educação e Cultura de São Bernardo do Campo, onde permaneceu até março de 2000, tendo que se desligar para concorrer às eleições. Foi eleito o terceiro vereador mais votado da cidade, para o quarto mandato à Câmara e voltou para a Secretaria de Educação e Cultura em 1º de janeiro de 2001, a convite do então prefeito Mauricio Soares para continuar a desenvolver seu trabalho.

Com a saída de Maurício Soares no início de 2003, o então vice-prefeito William Dib, assumiu a Prefeitura. Admir Ferro foi convidado a permanecer no cargo para continuar desenvolvendo as ações que priorizam a criança no município de São Bernardo do Campo. Em 2003 foi eleito presidente do PSDB de São Bernardo pela primeira vez. Em 2008, recebeu a maior votação entre os candidatos ao legislativo e foi eleito com 8.483 votos.

Marcos Rossi

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Empresário do ramo de materiais de construção, no Jardim Las Vegas, em Santo André, Marcos Rossi, paulista, 44 anos, é um torcedor fanático do Santos e se assim podemos dizer, um dos muitos guardiões da Torcida Jovem do ABC.

Marcos tem auxiliado a organização santista nos muitos trabalhos que ela tem feito em São Bernardo, inclusive na construção da sede da torcida no ABC. Tudo isso ao lado da companheira inseparável Roseli e dos dois filhos do casal. Vinte anos de grandes emoções e amor.

Venceu na vida praticamente sozinho, tendo se destacado como bancário; profissão que seguiu por três anos. Logo depois, enveredou no setor de vendas de materiais de construção por mais três anos, incentivando-o a abrir seu próprio negócio. De lá para cá, já são 22 anos no ramo. “Ninguém vence sozinho. Toda vitória é fruto de uma construção coletiva. Por isso aproveito essa oportunidade para agradecer a todos aqueles que me ajudaram a conquistar meu espaço. A minha família, meu pai José Martins Simon, a minha esposa e filhos pela compreensão e o apoio incondicional e aos queridos amigos”, disse Rossi.

 

Personalidade Nelo Augusto Slva

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Formado em Administração de Empresa e Economia, o ex-sub-prefeito de Riacho Grande fez história por onde passou. Só na Cidade são mais de 50 anos – 63 para ser exato.

Casado com Edna Aparecida Gerbelli Silva, pai de duas filhas: Arlete e Beth e avô de Loraine e Raquel, Nelo dedicou grande parte de sua vida ao altruísmo e ao trabalho social feito com o apoio dos amigos e membros do Lions Clube, do qual foi presidente por três gestões.

Se lembra como ninguém dos primeiros anos em São Bernardo do Campo, considerada na época – meados de 1948 - a “Capital do Móvel”. “Aqui tive grandes oportunidades e conquistei amigos para toda a vida, como a tradicional família Bellengausen, proprietários da então Escola Ginasial Leonor Mendes de Barros e da qual sou um dos fundadores”, disse.

Um dos momentos mais marcantes de sua vida pública foi, sem dúvida, o trabalho assistencial junto as crianças carentes do bairro Tatetos, onde está localizada a Aldeia SOS. “Mais uma vez, com a ajuda dos amigos do Lions Clube, construímos duas casas e mobiliamos com armários, camas, tudo o que era necessário para abrigarmos os jovens abandonados e assim poder acolhê-los adequadamente. Cada casa recebia em média 14 crianças legalmente adotadas até a sua maioridade. Isso tudo por volta de 1980”, lembrou.

Em outro período, Nelo referiu-se com saudosismo da Festa das Crianças, mas isso é história para um outro dia... Até lá!